01.11.2018 | 06h33

Muito barulho, pouca economia

A economia de custos com uma reforma administrativa nos moldes da estudada por Jair Bolsonaro é irrisória e as dificuldades burocráticas de implementá-la podem desviar o foco do governo das medidas que deveriam ser emergenciais. A análise foi colhida pelo Estadão junto a técnicos do governo federal e se baseia em exemplos anteriores de fusões feitas por presidentes como Michel Temer e Dilma Rouseff.

Especialistas das áreas-alvo de possíveis fusões também se queixam de aspectos estruturais das mudanças, como a separação do ensino superior do MEC e a união da agricultura ao meio ambiente.

 


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