09.01.2019 | 19h59

Mourão não arreda da defesa do filho

Com até mesmo aliados criticando a promoção de seu filho no Banco do Brasil, o vice-presidente Hamilton Mourão não arreda o pé em defender a decisão do novo presidente do banco, Rubens Novaes, de levar Rossell Mourão para o cargo de assessor especial da presidência doBanco do Brasil, com um salário de R$ 36,3 mil. Ao Estadão, Mourão disse que “se pudesse”, levaria o filho para a própria equipe.

“Eu não tive nada a ver com isso, o presidente do banco o conheceu em uma apresentação e o convidou para ser assessor. Aí é óbvio que lá dentro o sindicalismo bancário se revolta. São coisas da vida”, afirmou o vice-presidente. “Não é por ser meu filho, mas ele é um profissional extremamente qualificado. Se eu pudesse, eu o teria aqui na minha equipe.”


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