10.10.2018 | 07h37

Ministério do coturno

O ministério de Jair Bolsonaro, caso seja eleito, terá quatro ou cinco generais. Quem informa é um dos mais próximos interlocutores do candidato do PSL, Gustavo Bebianno, colocado por Bolsonaro na presidência do partido que, a partir do ano que vem, terá a segunda maior bancada da Câmara.

Em entrevista ao jornal O Globo, Bebianno confirmou o deputado Onyx Lorenzoni na Casa Civil, disse que Bolsonaro não procurará nenhuma força política em busca de apoio no segundo turno, afirmou que a tecla do antipetismo continuará a ser martelada na propaganda e “lamentou” o assassinato de um apoiador de Fernando Haddad em Salvador –atribuindo, no entanto, a responsabilidade pelo clima no País ao PT.


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