06.03.2019 | 09h02

Mesmo com socorro, endividamento cresce

Mesmo após a renegociação das dívidas com a União, em 2016, quando o governo federal suspendeu o pagamento e reduziu parcelas das dívidas estaduais por dois anos, mais da metade dos Estados brasileiros tiveram uma piora em indicadores fiscais. Levantamento feito pelo Estadão/Broadcast mostra que 14 das 27 unidades da federação estavam, no fim de 2018, com ao menos um dos dois indicadores da Lei de Responsabilidade Fiscal – que medem endividamento e gasto com pessoal – piores que em 2015, no auge da crise que levou à renegociação.

De 2016 para cá, o governo criou um Regime de Recuperação Fiscal (RRF) desenhado para Estados em grave desequilíbrio e já admite um novo programa. A ideia agora é que governadores consigam dinheiro novo no curto prazo, com empréstimos garantidos pela União em troca, novamente, da aprovação de medidas de ajuste fiscal.


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