14.03.2019 | 16h43

Massacre reacende tema da maioridade penal

Um dia após o massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), que deixou 10 mortos, entre eles cinco alunos e duas funcionárias da instituição, representantes conservadores aliados ao presidente Jair Bolsonaro começaram a fazer defesa da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Um dos atiradores, Guilherme Taucci Monteiro, tinha 17 anos.

O governador João Doria (PSDB-SP), os senadores Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, e Márcio Bittar (MDB-AC) deram declarações explícitas de apoio a propostas legislativas nessa linha, além das entrelinhas da mensagem de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) quando lamentou o tiroteio dizendo: “mais uma tragédia protagonizada por menor de idade”. O vice-presidente Hamilton Mourão já afirmara que uma legislação nesses moldes não seria para “ladrão de chinelos”.

 


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