12.03.2019 | 17h31

Marco Aurélio tenta acalmar ‘extremados’

Na véspera do Supremo decidir se as investigações de corrupção e lavagem de dinheiro podem ser julgadas pela Justiça Eleitoral, o ministro Marco Aurélio Mello chamou de “extremada” a crítica da força-tarefa da Lava Jato de que esse caminho pode culminar com o fim da operação. A posição do ministro já é conhecida na Corte. Em novembro do ano passado, Marco Aurélio se posicionou pela competência da Justiça Eleitoral, ao votar para que uma investigação envolvendo o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes e suspeitas de caixa dois e lavagem de dinheiro, fosse remetida à Justiça Eleitoral.

“De forma alguma (irá esvaziar a Lava Jato), havendo a concorrência entre a competência de uma Justiça e a competência da Justiça especializada, decide-se pela competência da Justiça especializada. Não podemos subestimar a atuação da Justiça eleitoral como também uma Justiça criminal, ela é eleitoral, portanto administrativa, civil, e é criminal”, afirmou o magistrado, informa


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