04.03.2019 | 18h59

Mangueira tem Marielle em grito dos excluídos

A Mangueira desfila nesta noite no Sambódromo um samba-enredo politizado, em que diz “desde 1500 tem mais invasão do que descobrimento/Tem sangue retinto pisado/Atrás do herói emoldurado/Mulheres, tamoios, mulatos/Eu quero um país que não está no retrato (…) Brasil, chegou a vez/ De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês”. A escola conta a história do Brasil do ponto de vista de heróis populares que não figuram nos livros didáticos.

O samba tem sido um dos mais cantados por blocos de carnaval no Rio, dizEstadão.

 


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