05.11.2018 | 11h38

Malta, do pagode à oração

Cotado para ser ministro de Jair Bolsonaro — ainda não se sabe de qual pasta –, o pastor senador que não conseguiu se reeleger pelo Espírito Santo, Magno Malta, tem em sua biografia a carreira de cantor de pagode gospel e de apoiador dos ex-presidentes Lula e Dilma.

Chamado pelo vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão de “elefante na sala”, Malta já esteve próximo de Aécio Neves, mas se afastou quando a imagem do tucano foi associada à corrupção. O dinheiro despejado por Malta na campanha ao Senado não foi suficiente. Ter ter viajado para cima e para baixo atrás do Bolsonaro custou caro ao senador, conforme perfil escrito pelo Globo.


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