11.09.2018 | 12h51

‘Jairzinho paz e amor’ à vista?

O estrategista político americano Arick Wierson, que ajudou a eleger Michael Bloomberg como prefeito de Nova York, defende que Bolsonaro abandone o discurso agressivo e escreva, do leito hospitalar, uma carta à Nação para deixar claro que apoia a democracia e não levará ao Planalto uma agenda racista e homofóbica. Algo parecido com o que Lula fez em 2002.

Segundo a coluna Direto da Fonte, do Estadão, Wierson foi procurado por integrantes do PSL. O contato com Wierson foi realizado por alguém da ala do “quase vice” Luiz Philippe de Orleans e Bragança, com o objetivo de combater a rejeição de Bolsonaro. / J.F.


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