27.03.2018 | 11h34

Investidor quer candidato reformista

O candidato que vencer as eleições será duramente pressionado para desempacar a reforma da Previdência no dia seguinte à votação do segundo turno. É o que diz a “estrategista” do JP Morgan, Emy Shayo, em entrevista ao Estadão. Os investidores estrangeiros, comenta, querem alguém comprometido com as reformas, principalmente as fiscais.

Mas a Bolsa só vai ser afetada pelo calendário eleitoral no segundo semestre. Até lá, prevê Shayo, as questões globais terão peso mais importante. Sendo assim, os candidatos têm até lá para avaliar se ressuscitam a bandeira da Previdência.


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