18.09.2018 | 08h52

Instinto eleitoral

“Ocorre que a virtual irrelevância de cada cédula singular também torna quase nulo o
custo individual de votar ‘errado’. O seu sufrágio, por mais maluco que seja, não basta
para prejudicá-lo. Com isso, a urna se torna o lugar onde o eleitor dá rédeas aos
seus instintos mais básicos. Ele pode ser generoso, tribalista, vingativo e até racional.
O sujeito vota de forma que o faça sentir-se bem consigo mesmo, sem pesar consequências”, escreveu Hélio Schwartsman na Folha.

O colunista aponta que no momento do voto é quando os eleitores libertam seus instintos mais selvagens. Seria esse, portanto, um indício de por que nosso cenário eleitoral está se encaminhando da maneira que está.


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