22.03.2018 | 11h22

Haddad e a relativização da corrupção

Fernando Haddad diz estar “convicto” da inocência de Lula, afirma que o PT ainda não discutiu um “plano B” para a sucessão presidencial, mas reconhece que pode ter de fazê-lo caso o ex-presidente não possa ser candidato. Ele concedeu entrevista ao cineasta Fernando Grostein de Andrade, reproduzida em vídeo e texto em seu blog na Folha.

Haddad reconhece erros do PT, mas minimiza os escândalos de corrupção. Diz que eles contribuíram para as derrotas do país, mas que a gênese estaria na perda de poder de compra da classe média. O ex-prefeito dilui a responsabilidade por sua derrota em 2016 e propõe uma certa “gradação”  da corrupção entre aqueles que enriquecem pessoalmente e os que usam recursos não declarados em campanhas –caso em que ele próprio é citado nas delações da Odebrecht, por exemplo. /V.M.


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