24.09.2018 | 08h09

Haddad conciliador não é ‘crível’

Fernando Haddad acena ao chamado centro como uma voz conciliadora, para tentar romper a aversão de uma parcela da sociedade à volta do PT ao poder. Mas esse aceno é crível? Em sua coluna na Folha, o cientista político Marcus André Melo afirma que não. “Apresentando-se ao eleitorado como um candidato-substituto falta-lhe o pré-requisito essencial para qualquer barganha: a capacidade de garantir acordos. Há assim um conflito insolúvel entre a mensagem do conciliador e o que representa —e  reafirma a todo momento: não é candidato de si mesmo”, escreve.


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