19.02.2019 | 07h17

Grupo do Haiti amplia espaço no governo

Quando estive em Brasília para uma rodada de conversas com integrantes do governo, no mês passado, me chamou a atenção um traço distintivo dos generais que ascenderam a postos importantes sob Jair Bolsonaro: quase todos serviram na missão de paz da ONU comandada pelo Brasil no Haiti. Peixoto, 65 anos, comandava a missão quando um terremoto devastou o País, em 2010. No dia da tragédia, ele estava nos Estados Unidos.

Dois jornais destacam a importância da missão no Haiti para unir um grupo do Exército que agora ganha força no governo Bolsonaro. Reportagem de O Globo destaca que, com a nomeação de Peixoto para a Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni será o único civil a ter cargo no primeiro escalão no Planalto. O Valor mostra que os três ministros militares do Planalto (Augusto Heleno, Floriano e Carlos Alberto Santos Cruz) integram a “turma do Haiti“, da qual também faz parte o porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros.


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