26.02.2019 | 07h17

Grupo de Lima quer Maduro em Haia

Na declaração final aprovada no encontro desta segunda-feira, em Bogotá, na Colômbia, o Grupo de Lima fala em transição pacífica na Venezuela, descarta intervenção militar no país e defende que o ditador Nicolás Maduro seja julgado pelo Tribunal Penal Internacional, em Haia. “Os países decidem solicitar ao TPI que leve em consideração a grave situação humanitária na Venezuela, a violência criminosa do regime de Maduro contra a população civil e a rejeição de assistência internacional, que constituem crime contra a humanidade”, diz a nota. Já existe uma denúncia em Haia contra o regime de Maduro instalada desde o ano passado.


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