20.09.2018 | 07h48

Grife antipetista

O sucesso em se mostrar como o único capaz de evitar a volta do PT explica o crescimento consistente de Jair Bolsonaro e o fato de ele ter extrapolado o que se imaginava ser seu teto de votos. É a análise da coluna de Bruno Boghossian na Folha.

Ele resgata a eleição de 2014, quando Aécio Neves só cresceu e foi ao segundo turno, ultrapassando Marina Silva, quando vendeu a ideia de que seria o único capaz de vencer Dilma Rousseff no segundo turno. Agora, mostra ele, só 8% dos que rejeitam o PT ou Fernando Haddad apontam voto no tucano da vez, Geraldo Alckmin, porque a “grife” antipetista está com Bolsonaro.


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