07.02.2019 | 17h32

Governo tem até dezembro para aprovar reforma

Diante da alta expectativa do mercado em ver aprovada a reforma da Previdência, em contraste com a realidade dos ajustes ainda em curso à espera da palavra final do presidente da República, que está internado desde o dia 28, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirma que, ainda que a reforma fosse aprovada amanhã, do ponto de vista fiscal, o impacto só seria visto a partir do ano seguinte.

“Notei os mercados apreensivos porque queriam a reforma aprovada em maio ou junho. Mas o importante é que ela seja aprovada neste ano. Para o mercado, seria bom que fosse aprovada o mais rápido possível para ele tomar decisões de investimento, mas Previdência é um tema muito sensível”, disse. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por outro lado, calcula que em maio o texto deverá ser votado.

 


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