08.02.2019 | 11h35

Governo desacelerado?

No entorno do vice-presidente, general Hamilton Mourão, há um sentimento de que a desconfiança estimulado por aliados do presidente Jair Bolsonaro o levou a reassumir o cargo, 48 horas após a cirurgia.  No Planalto, a palavra de ordem entre ministros palacianos durante o internamento de Bolsonaro é silêncio. Num governo sem voz, o general Mourão, ganhou espaço e se mostrou disposto a repercutir os fatos relevantes do País.

O prolongamento da internação, que ainda não tem data para terminar, e a resistência interna em ver o general no comando do País levam ao desaceleramento de decisões estratégicas como o texto final da reforma da Previdência, o acordo sobre a cessão onerosa do excedente da Petrobras e a medida provisória do recadastramento de armas, informou o Valor.


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