10.02.2019 | 08h01

Governo contra o ‘clero de esquerda’

A área militar do governo passou a tratar a Igreja Católica como potencial opositora a Jair Bolsonaro. Reportagem do Estadão deste domingo relata que informes da Abin, a Agência Brasileira de Inteligência, dão conta de que o Sínodo sobre Amazônia, que será realizado em Roma em outubro com cardeais da América Latina, pode se transformar em palco para críticas ao governo Bolsonaro.“Estamos preocupados e queremos neutralizar isso aí”, disse ao jornal o ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, que vê interferência em assuntos internos do Brasil.

Os militares atribuem o mal estar com o governo pela perda do protagonismo que o chamado “clero progressista” teve sob os mandatos do PT. Escfritórios da Abin estão sendo mobilizados para monitorar reunião preparatórias para o Sínodo na Amazônia.


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