25.09.2018 | 10h07

Golpe? Talvez! Estrago? Certamente!

“Bolsonaro, se triunfar, já começará com mais ou menos a metade do país fazendo-lhe forte oposição. Também estará longe de qualquer coisa parecida com uma base parlamentar consolidada. O centrão e o MDB, bem o sabemos, apoiam qualquer governo, mas só até certo ponto”, escreveu Hélio Schwartsman na Folha.

Para o colunista, eleger Jair Bolsonaro (PSL) não é, necessariamente, a sentença de um golpe, mas, certamente, a tendência de um grande estrago nas instituições do País.


VOLTAR PARA O ESTADÃO