18.11.2018 | 19h26

Freio na autonomia do BC

Se depender do presidente da Câmara, o projeto de lei da autonomia ao Banco Central vai caminhar a passos largos na Casa como substituto à altura da malfadada reforma da Previdência. Mas Rodrigo Maia não concorda com uma das propostas do PL, que é de ampliar o número de integrantes do Conselho Monetário Nacional. O colegiado tem a responsabilidade de formular a política da moeda e do crédito.

“Do meu ponto de vista, não faz sentido (a ampliação), fica aberto demais, perde o caráter técnico, parece se tornar um conselho de representação social, o que não é o caso em uma instituição como o BC”, afirmou ele à Folha. O economista Roberto Campos Neto vai presidir a instituição no novo governo.


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