16.03.2018 | 06h47

Força-tarefa que investiga aliados de Temer perde procuradores

A força-tarefa da Procuradoria Geral da República que engloba as operações Greenfield (2016, nos fundos de pensão), Cui Buono?, Sépsis (2016, desvios na Caixa Econômica Federal), Cui Bono? (2017, também na CEF), e Patmos (2017, derivada do caso J&F) teve o número de procuradores fixo reduzido de quatro para dois e está travada.

A informação é da Coluna do Estadão, que lembra que as operações atingem aliados importantes de Michel Temer, como Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima.


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