13.11.2018 | 08h53

Foco no rigor fiscal

A indicação do economista Joaquim Levy, ex-ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, para a presidência do BNDES foi bem recebida pelo mercado financeiro, que vê no nome de Levy um sinal de foco no rigor fiscal.

Para economistas, a tentativa dele de fazer um ajuste fiscal em 2015, é um sinal de que o BNDES vai trabalhar em linha com outros ministérios para avançar com o equilíbrio das contas públicas, informou o Estadão.


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