12.11.2018 | 13h56

‘Fim do MTb não é decisão retrógada’

Em artigo publicado no Estadão, o colunista Celso Ming aborda a extinção do ministério do Trabalho, anunciada por Bolsonaro, e o que chama de “revolução na área do emprego”, que não acontece só no Brasil. Segundo ele, nessa nova cultura — marcada pela evolução tecnológica, pela queda do poder dos sindicatos e pelo interesse dos trabalhadores em atividades por conta própria — as funções do Ministério do Trabalho têm mesmo de ser repensadas.

“É um equívoco atribuir o fim do Ministério do Trabalho, depois de 88 anos, apenas a medidas de contenção de despesas ou a uma decisão retrógrada de Bolsonaro”, afirma. “Criado em 1930 para defender interesses do trabalhador, esse ministério pouco tem realizado além de fornecer empregos para funcionários públicos, coordenar o reajuste do salário mínimo, cuidar da distribuição de carteiras de trabalho e executar tarefas burocráticas.” / J.F.


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