22.11.2018 | 07h35

EUA ou China, a escolha inevitável

Em sua coluna no Estadão nesta quinta-feira, 22, o jornalista William Waack diz que, no plano internacional, o governo Bolsonaro não vai escapar da escolha entre Estados Unidos e China. “Não falta muito para o Brasil ser chamado a assumir lado numa briga de cachorros muito grandes”, afirma.

“Se alguém ainda tinha alguma dúvida, a ascensão da China resulta num confronto geopolítico de proporções inéditas, e tanto o desafiante (a China) como o desafiado (os Estados Unidos) comportam-se de acordo ao que previam algumas teorias: a superpotência americana não pode tolerar o surgimento de outra superpotência capaz de dominar sozinha uma parte do mundo”, diz. “Cada vez mais Washington e Beijing pedem aos líderes de outros países que assumam um lado nessa disputa. Mesmo com tantos oceanos nos separando dos EUA e da China, não vamos escapar de ouvir a mesma pergunta: qual o lado?” / J.F.


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