18.02.2019 | 09h23

‘Eu não temo’, diz Mariz sobre quebra de sigilo

Depois de ter determinada a quebra de seu sigilo bancário, o criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que defendeu nomes como o ex-presidente Michel Temer e o corretor – e dalator – Lúcio Funaro, disse ao Estadão que não teme a quebra do sigilo bancário de seu escritório nem dele próprio. “Não temo de forma alguma”, declarou.

Ele afirma que ainda não teve acesso à ordem judicial, mas acredita que ela ocorreu no âmbito de uma investigação sobre o ex-presidente Temer, sob suspeita de tentar silenciar o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ) e Funaro. Mariz suspeita que a que medida pode ter sido tomada porque devolveu R$ 300 mil recebidos de honorários de um ex-cliente que virou delator do ex-presidente.


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