14.05.2019 | 16h18

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Em sua coluna na Folha nesta terça-feira, 14, o colunista Hélio Schwartsman reflete sobre os efeitos políticos que a aprovação de uma reforma da Previdência desidratada pode levar ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Na projeção do colunista, a reforma deve ser aprovada apesar da frágil relação entre Executivo e Legislativo. O motivo seria a percepção por parte dos parlamentares de que, de fato, é preciso frear os gastos com pensões e aposentadorias.

“A pergunta relevante passa a ser se a aprovação de uma reforma da Previdência basta para assegurar a sobrevivência do governo”, escreveu. A resposta, para ele, dependerá do resultado econômico. Caso traga mais investimentos e empregos, existe até a chance de uma reeleição, avalia. “De minha parte, acho difícil. Reequacionar a Previdência é condição necessária, mas não suficiente para destravar o crescimento”, afirma.


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