09.10.2018 | 16h19

Eleição ideológica

“Pela primeira vez na Terceira República, os eleitores votaram de forma marcadamente ideológica. Não fisiológica. Quiseram no Congresso gente que representasse suas ideias, não quem oferecesse bolsas, dentaduras ou centros sociais”, escreveu Pedro Doria no Globo.

Para o colunista, o eleitor soube exercitar a democracia nesta eleição e votou de maneira ideológica, não fisiológica. Escolheu candidatos que refletissem suas ideias, não os que oferecessem esmolas.


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