18.10.2018 | 16h45

E o #MensalinhodoTwitter?

A acusação de que empresários estariam bancando pacotes de mensagens contra o PT no WhatsApp não é o primeiro escândalo envolvendo redes sociais nesta eleição. Logo no começo da campanha veio à tona o “Mensalinho do Twitter”, na qual empresas ligadas ao candidato ao Senado por Minas, Miguel Corrêa Junior, contratavam “influenciadores digitais” para disparar notícias favoráveis a petistas. A Justiça Eleitoral considerou as acusações de propaganda irregular por parte da campanha de Wellington Dias (um dos beneficiados pelas ações) por meio das agências Follow e Lajoy improcedentes por falta de provas de que houve pagamento para as publicações.


Apesar do caso não ter ido para frente por falta de provas, alguns dos perfis que tiveram os dados requisitados pelo Ministério Público Eleitoral na época sob suspeita de receber repasses estão engajados no novo caso. Os usuários @delucca e @choracuica, por exemplo, estão pedindo a suspeição das eleições com a hashtag #Caixa2deBolsonaro, ao encontro da opinião da campanha de Fernando Haddad.

VOLTAR PARA O ESTADÃO