14.02.2019 | 12h56

Dor de cabeça no Planalto

“Chamado de mentiroso pelo chefe, Bebianno perde condições de ficar no cargo, mas diz que não deixará o governo. É vergonhoso, aliás, que Bolsonaro escolha queimar um auxiliar em vez de apenas demiti-lo”, escreveu Bruno Boghossian na Folha.

Pressionado, o presidente expôs o ministro, que foi o responsável por comandar o PSL durante a campanha eleitoral. Homem de confiança de Bolsonaro durante a eleição, Bebianno conhece como poucos aliados os segredos de sua campanha e isso ainda poderá trazer muita dor de cabeça para o governo, sugere o colunista.


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