18.07.2018 | 13h54

Do Marcelo: A superficialidade da política brasileira

O vai e vem na montagem das alianças, a indefinição dos candidatos a vice e o jogo de interesses exibido nas negociações por quase todos os partidos mostram a superficialidade da política brasileira.

É salgada a conta que o País paga por esse jeito raso de se fazer política. Lula, presidente entre 2003 e 2010, está preso. Sua sucessora, Dilma Rousseff, sofreu impeachment em 2016. Aécio Neves, principal oponente de Dilma em 2014, não sabe se terá condições sequer de concorrer a deputado. E o atual presidente Michel Temer não teve força para tentar a reeleição e deixará o cargo com uma rejeição gigantesca. /M.M.

 


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