21.09.2018 | 16h28

Do desencanto à aversão

“A polarização aguda, materializada nas candidaturas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) e temperada pela impopularíssima aliança MDB-PSDB pós-impeachment, produziu uma safra de eleitores mais ocupados com simulações da disputa do que com os planos de governo de quem chegará ao Planalto em janeiro”, escreveu Flávia Oliveira no Globo.

Chegamos na reta final de uma campanha que iniciou com desencanto e deu lugar à aversão, combustível que hoje move candidatos e eleitores, analisa a colunista.


VOLTAR PARA O ESTADÃO