11.04.2018 | 07h26

‘DNA paramilitar’ na morte de Marielle

Investigadores que apuram o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes conseguiram colher digitais parciais do assassino ou do responsável por municiar a pistola 9 mm usada no crime.

As investigações apontam que o uso de pelo menos um projétil especial reforça a suspeita de que há “DNA de um grupo paramilitar no crime”, segundo um dos investigadores disse ao Globo.

 


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