02.08.2018 | 07h32

Ditadura não atinge Bolsonaro

Em sua coluna desta quinta-feira no Estadão, William Waack discute, a partir da decisão de reabrir a investigação sobre o assassinato de Vladimir Herzog nas instalações do DOI/Codi, a questão de sociedades que decidem encerrar temas controversos de sua História e seguir adiante e a tentativa da esquerda de retomar o assunto e tentar atingir Jair Bolsonaro por meio dele.

Para ele, pela falta de uma “memória coletiva” da ditadura brasileira, “tentar destruir a candidatura dele por esse caminho, o de confrontá-lo com a ditadura militar, revelou-se até agora bem pouco eficaz”.


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