13.04.2018 | 09h12

Dissonância cognitiva e a política

Em tempos de debate político extremamente polarizado e agressivo, lados opostos acusam o outro de dissonância cognitiva. Em sua coluna na Folha, Cláudia Costin constata o fenômeno e diz que uma análise fria da situação, sem torcida, é o único caminho para o País seguir adiante.

“Infelizmente, os dois lados padecem do mesmo mal. A preguiça mental de certa cidadania frágil leva a negar o que não se encaixa num arcabouço explicativo que busca ter respostas para tudo ou que nos é fornecido por líderes que pensam por nós”, escreve.


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