03.03.2019 | 17h39

Direito e humanidade

Em seu artigo deste domingo, 3, na Folha, o colunista Hélio Schwartsman defende a saída de Lula para ir ao enterro do neto com um ato de humanidade. Aponta que não se trata de um privilégio dado pela Justiça, mas simplesmente de cumprir o que está previsto na Lei de Execuções Penais.

Para o colunista, “com menos humanidade agiu Eduardo Bolsonaro, ao afirmar, pelas redes sociais, que Lula era um larápio e que aproveitaria a liberação para posar de coitado. Diante de reações negativas ao comentário mesmo entre bolsonaristas, Eduardo ainda tentou amenizar, dizendo que a perda do menino era lamentável”, escreveu.


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