12.08.2018 | 08h35

Deserto de ideiais

Mais que qualquer estratagema de marqueteiros, o que se viu no primeiro debate presidencial foram candidatos sem atributos e um deserto de homens, mulheres e ideias. Escrevo sobre isso em minha coluna deste domingo, no Estadão.

Na ausência absoluta de um debate acerca de quais serão as tarefas urgentes do futuro presidente  –que nada têm a ver com banir a ideologia de gênero das escolas ou limpar o nome dos endividados no SPC– os candidatos vagam diante dos eleitores como autômatos que não têm coragem de dizer a que vieram. Ou apostam nessas pautas pseudo-populares, mas que são na verdade poções de devaneio perigosas diante da tal dança à beira do precipício fiscal. / Vera Magalhães


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