13.10.2018 | 19h04

Deputada diz que alemães preferem Haddad

Caso Jair Bolsonaro chegue à Presidência da República, as relações com a Alemanha não devem ser das melhores, segundo a presidente do Grupo Parlamentar Teuto-Brasileiro no Bundestag (Parlamento alemão), a deputada Yasmin Fahimi. Em entrevista à Deutsche Welle, republicada pela Folha, a parlamentar disse que o Brasil está “à beira de uma grande ruptura”.

“Desejo obviamente uma retomada da parceria estratégica com o Brasil. Um presidente Bolsonaro representaria uma privatização radical, um sangramento sociopolítico do país e o rompimento com acordos internacionais. Haddad seria um presidente completamente diferente. Um rumo político assim é naturalmente apoiado pelo lado alemão”, disse.


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