02.09.2018 | 08h38

Democracia na puberdade

Na minha coluna deste domingo no Estadão, falo das inúmeras situações recentes em que diferentes entes públicos — Poderes, partidos, candidatos, parlamentares, juízes– resolveram esgarçar os limites institucionais, testando a democracia.

Toda essa abundância de molecagens tem consequências graves. Elas são diárias. Aparecem na rápida corrosão do tecido social, que se pode notar na falta de educação geral nas redes sociais, na propensão de uma parcela grande do eleitorado a votar numa ideia fantasiosa de passado e de outra enorme a votar com o fígado. / Vera Magalhães


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