12.03.2019 | 12h25

Delegado destaca sofisticação no caso Marielle

No início da coletiva de imprensa para detalhar a Operação  Lume, que prendeu dois suspeitos de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e o motorista Anderson Gomes, o delegado Giniton Lages, responsável pela Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, afirmou que a investigação do caso foi marcada pelo combate à contrainteligência, que buscava confundir a apuração a todo momento. Isso por que, os suspeitos do crime são militares e conheciam a fundo os passos que seriam dados pelos investigadores.

O delegado destacou a sofisticação empregada no crime. “A contrainteligência foi usada para desequilibrar a equipe”, disse. Lages afirmou que o caso Marielle foi tratado com prioridade neste último ano. Segundo ele, em muitos momentos os investigadores optaram por não dar nenhum tipo de informação à sociedade porque a partir do perfil dos suspeitos “qualquer um de nós poderia ser vítima”, disse.


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