01.01.2019 | 18h01

Da Vera: O limite da retórica eleitoral

Jair Bolsonaro mostrou disposição de manter acesa a chama da retórica que o elegeu. O pacote segurança-ideologia de direita-conservadorismo ocupou a maior parte dos dois discursos proferidos por ele em sua posse. Não detalhou medidas e preferiu apenas prometer prosperidade em linhas genéricas.

Esticar o “papo reto”, de palanque, para além da campanha parece ser estratégia com prazo de validade limitado. Ele vai até o momento em que a economia permita que a popularidade do governante permaneça alta. / Vera Magalhães

 


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