16.03.2018 | 08h44

Cunhado pode virar dor de cabeça para Alckmin

Não é só no STF que pedidos de investigações contra pré-candidatos nas eleições deste ano aguardam andamento. O STJ terá de decidir pedido da Procuradoria-Geral da República, na corte desde novembro do ano passado, de abertura de inquérito contra Geraldo Alckmin para investigar a acusação, feita por três colaboradores da Odebrecht, de ter sido destinatário de R$ 10,7 milhões repassados pelo setor de propinas da empreiteira a pretexto de contribuição eleitoral. Os valores teriam sido entregues pessoalmente ao cunhado do tucano, Adhemar César Ribeiro.

Reportagem de capa desta semana da revista Época traça um perfil do cunhado de Alckmin, apresentado como “arrecadador informal” de campanhas dos tucanos pelo menos desde a reeleição de FHC.

A relação com Ribeiro é um dos assuntos que mais preocupam o QG tucano, pois tem potencial para arrastar Alckmin para o rol dos políticos enrolados na Lava Jato, no qual ele passou mais ou menos ao largo até aqui. /V.M.


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