22.11.2018 | 08h12

Culto ecumênico na posse

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, quer uma cerimônia mais curta e um ato ecumênico inédito na Catedral de Brasília para celebrar sua posse em 1º de janeiro, segundo a Folha. De acordo com assessores de Bolsonaro, as principais preocupações são o esquema de segurança e o tempo de duração do evento, já que ele deverá passar por uma cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia em 12 de dezembro, apenas 20 dias antes.

Integrantes do cerimonial do Congresso, porém, dizem que o protocolo deve ser mantido e que, se quiser reduzir a extensão da cerimônia de posse, Bolsonaro vai precisar fazer um discurso mais curto do que a meia hora de duração das falas de Lula e Dilma. Quanto ao culto ecumênico — Bolsonaro é católico e sua mulher Michelle, evangélica — será uma novidade para o dia de posse presidencial. Em 1995, quando Fernando Henrique Cardoso chegou ao Planalto, houve uma missa católica na catedral. / J.F.


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