16.09.2018 | 09h42

Cuidado com a ressaca!

“Uma parcela do eleitorado brasileiro resolveu encarar as eleições como aquela última festa do ano, à qual você vai para beber todas, extravasar as tensões, dizer verdades na cara do colega que não suporta, sem pesar as consequências da ressaca. Mas assim como na firma ou na repartição, no País também haverá um dia seguinte à rave da democracia, e a depender do que o eleitorado fanfarrão fizer ele poderá ser mais ou menos penoso. Suave e divertido não será, isso já está mais do que claro”, escreveu Vera Magalhães no Estadão.

A colunista, ao refletir sobre a possibilidade de Bolsonaro e o PT estarem no segundo turno, alerta que a ressaca eleitoral leva quatro anos para passar e é cruel, pois não atinge apenas aqueles que a escolhem chutar o balde.


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