04.09.2018 | 15h45

Cota feminina não resolve disparidade

A regra que determina distribuição de 30% do fundo eleitoral a campanhas de mulheres pode não aumentar o número de eleitas em 2018, segundo pesquisa “Democracia e Representação nas Eleições 2018”, da FGV Direito SP, em parceria com o Cespes.

Contribuiu para essa hipótese o fato de o STF e TSE não terem estabelecido “parâmetros para a distribuição dos recursos entre candidaturas proporcionais ou majoritárias”. “Outro desafio é que a não priorização na destinação dos recursos às candidatas proporcionais poderá resultar em um número menor de candidaturas femininas competitivas”, dizem as pesquisadoras.

 


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