11.07.2019 | 16h09

Corrida entre os ‘terrivelmente evangélicos’

É só em novembro de 2020 que o presidente Jair Bolsonaro deverá indicar um nome para a primeira vaga a aberta no STF. No entanto, com a declaração feita na quarta-feira, 11, de que indicará um ministro “terrivelmente evangélico” ao cargo, o presidente abriu uma corrida com especulações entre os que preenchem o principal pré-requisito para o posto. Três nomes principais já são aventados. Um deles, no entanto, se destaca: é o chefe da Advocacia-Geral da União, André Luiz Mendonça. Pastor da Igreja Presbiteriana, o ministro de 46 anos tem sido elogiado por sua atuação considerada técnica.

Outra vantagem, segundo um aliado do presidente, é que Mendonça, apesar de evangélico, não é apadrinhado por nenhum líder religioso específico. Deste modo, criaria menos resistência na Corte. Os outros dois nomes que surgem como alternativas para o cargo correm por fora, pois não encontram respaldo entre os principais assessores e aliados do presidente, segundo o Globo. Um deles é o juiz federal Marcelo Bretas, da Operação Lava Jato, no Rio, e frequentador da Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul. O outro cotado é o juiz federal William Douglas , escritor de livros cristãos, coach motivacional e pregador em diversas denominações evangélicas.


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