01.11.2018 | 16h54

Copo meio cheio, copo meio vazio…

Enquanto a trupe petista reforça a narrativa de “imparcialidade” da Lava Jato após Sérgio Moro aceitar o cargo de ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro, outros vão na direção contrária. O presidente do PPS, Roberto Freire, por exemplo, vê que a indicação de Moro prejudica ainda mais a tentativa de deslegitimar a operação anticorrupção.


“Penso que a narrativa do PT contra Moro pode perder força e sentido quando outro Juiz Federal – substituto de Moro – decidir, com a mesma celeridade e mesma orientação dos julgamentos anteriores da Lava Jato, os novos processos”, disse. Até que um novo juiz seja escolhido em seleção do TRF-4, quem ficará com os processos da Lava Jato é a magistrada substituta na 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt.

Mais conteúdo sobre:

Roberto FreirePPS
VOLTAR PARA O ESTADÃO