26.11.2018 | 13h11

Controle do Congresso

Dois cargos podem dar a letra se a estratégia de Jair Bolsonaro priorizar bancadas a partidos deu certo ou não: as presidências da Câmara e do Senado. “Uma vitória de (Rodrigo) Maia e do MDB poderá significar o fracasso da estratégia bolsonarista e a rendição do governo a algum grupo que demonstre controlar o Congresso”, escreve César Felício, no Valor.

A lógica bolsonarista foi interpretada nesta segunda, 26, pelo cientista político Fernando Limongi de “presidencialismo de delegação”, em que se delega a terceiros o poder de indicar quem deve fazer parte do governo – vide Viviane Senna e Olavo de Carvalho.


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