28.10.2018 | 18h16

Contexto internacional adverso

O próximo presidente da República não vai navegar em águas calmas além-mar. O colunista Celso Ming, do Estadão, elenca algumas adversidades internacionais, como “o risco da derrubada dos preços das commodities exportadas, disparada das cotações do dólar no câmbio interno, rejeição dos títulos brasileiros e aumento do protecionismo global”. Em compensação, o colchão de reservas externas do País é de US$ 380 bilhões e a inflação de 4,5% em 12 meses está dentro da meta estabelecida pela política de juros.


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