28.10.2018 | 21h43

Começa a disputa da oposição

A disputa pela liderança da oposição se fez mais presente desde que Fernando Haddad foi derrotado por Jair Bolsonaro neste domingo, 28. Entre os aliados do petista, Ciro Gomes foi “egocêntrico” ao não declarar voto contundente no ex-prefeito de São Paulo.

“A postura dele foi insuficiente e ajudou a chegar no resultado que chegamos”, disse o deputado estadual eleito Emídio de Souza (PT-SP), um dos coordenadores da campanha do PT ao Planalto. “Ele fez isso porque quer liderar a oposição no Brasil e porque quer ser candidato a presidente em 2022. Acho que o Ciro colocou o interesse pessoal, particular e político, que é legítimo, na frente dos interesses do País.” Segundo ele, Haddad  “é o brasileiro mais credenciado para liderar a oposição no Brasil”.


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